Longa “Depois de ser Cinza” realiza filmagens em Porto Alegre

depois_de_ser_cinza_still_01

A produção começou a ser rodada na Croácia em abril e prossegue em Porto Alegre até junho – Crédito: Leonardo Maestrelli/Pironauta

 

As filmagens do longa gaúcho “Depois de ser Cinza” chegam a Porto Alegre (RS), após seu início na Croácia, com locações nas cidades de Dubrovnik, Zadar e Zagreb, em abril. A equipe espera encerrar os trabalhos na Capital gaúcha até a segunda semana de junho. Realização da Pironauta, em coprodução com a Ausgang, o filme é a estreia na direção de longas de Eduardo Wannmacher (Um dia como hoje) e conta com roteiro de Leo Garcia (Em 97 era assim), produção de Frederico Mendina (Xico Stockinger) e produção executiva de Pedro Guindani (Desvios). No elenco estão João Campos (A Lei do Amor), Elisa Volpatto (Mulher de Fases), Branca Messina (400 Contra 1), Silvia Lourenço (O Cheiro do Ralo). “Depois de ser Cinza” tem financiamento do Edital de Produção de Longas-Metragens do Governo do RS, realizado em parceria com Ancine, através do Fundo Setorial do Audiovisual, e do Prêmio de Desenvolvimento de Projeto de Longa-metragem Santander Cultural e Prefeitura Municipal de Porto Alegre. O longa tem previsão de lançamento para 2018.

depois_de_ser_cinza_still_03

Crédito: Leonardo Maestrelli/Pironauta

 

As cidades de Dubrovnik – famosa por servir de cenário para a série norte-americana “Game of Thrones” – Zadar e a Capital, Zagreb, foram as primeiras locações a receber a produção. O trabalho reuniu durante duas semanas uma equipe mista de profissionais brasileiros e técnicos locais. Com viés intimista, “Depois de ser Cinza” acompanha três amores – Isabel, Suzy e Manuela – em três tempos distintos da vida de Raul (João Campos). A trama alterna entre o país balcânico e a Capital gaúcha, onde vive o protagonista. “A viagem, a descoberta de novos ambientes e a jornada individual refletem a busca de alguns e a fuga de outros. Coloca o mapa como lugar de possibilidades infinitas, assim como o cinema“, resume o diretor, Eduardo Wannmacher. “A memória é o elemento de ligação entre os personagens do filme que as despertam para transformações de vida“, complementa o cineasta porto-alegrense.

 

logo-prime