Mini skirts forever: A minissaia como símbolo feminista

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Quem usa minissaia hoje nem imagina o peso que a peça carrega em sua estrutura.  Símbolo da libertação sexual, a minissaia foi um dos primeiros passos que as mulheres deram para fugir do conservadorismo. O que para nós é um dos clássicos da moda, em 1960 era considerado ousado, ofensivo e contra os bons costumes.

Em meio a efervescência pós II Segunda Guerra Mundial surgiram novos movimentos culturais, novos costumes e novas preocupações. Londres era considerada centro da cultura pop emergente e fervilhavam ideias inovadoras. Foi nesse cenário que nasceu a minissaia, fruto da necessidade das mulheres de vestirem uma peça que fosse útil para as mais diversas situações, acompanhando o movimento de rebeldia.

 

A jovem inglesa Mary Quant é considerada a grande criadora da minissaia, mas de acordo com ela, foram as próprias garotas de King’s Road que inventaram a peça, simples e jovem! A partir do desejo destas garotas ela começou a encurtar a barra do jeito que elas queriam: bem curtas! Assim,  as mulheres começaram a assumir, aos poucos, seus corpos de forma livre e longe das regras ditadas pelos homens. 

As modelos Lulu e Twiggy foram algumas das personalidades da época que ajudaram a espalhar a nova moda pelo mundo todo.  Junto ao movimento, o francês André Courrèges, inventor do vestido trapézio, também é considerado um dos pioneiros da minissaia. Yves Saint Laurent e Pierre Cardin também fizeram coleções com o modelo na mesma época. 

 

 

 

 
Curiosidades
  • A palavra “mini” utilizada no termo é uma referência ao carro “Mini”, da qual Mary Quant era fã. 
  • A saia chegou a ser proibida em alguns países e foi até mesmo motivo para protesto em outros.